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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Guitar Hero: Warriors of Rock Conteúdo para Download

Todo o conteúdo baixável encontrado em Guitar Hero 5, Guitar Hero: World Tour, Band Hero e Guitar Hero: Smash Hits vai funcionar também em Warriors of Rock. Apenas 39 músicas de Guitar Hero: Metallica poderão ser importadas ao título. Ao todo, serão mais de 500 músicas reunidas que estarão disponíveis no lançamento do jogo, que ocorreu ontem, dia 28
de setembro.
As primeiras edições nos Estados Unidos virão com o álbum Telephantasm: A Restrospective da banda Soundgarden, incluindo a nova música Black Rain. Essa mesma música está disponível para ser tocada no jogo (Veja a postagem Guitar Hero: Warriors of Rock Análise Com Lista De Músicas para ver a lista de músicas de Warriors of Rock). As outras onze faixas do Soundgarden estarão no jogo como um conteúdo extra. Veja elas:
_Birth Ritual
_Black Hole Sun
_Blow Up the Outside World
_Burden in My Hand
_Fell on Black Days
_Hands All Over
_Hunted Down
_My Wave
_Outshined
_Rusty Cage
_Spoonman
Ainda hoje colocaremos a análise da Guitarra do título Guitar Hero: Warriors of Rock.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Guitar Hero: Warriors Of Rock Análise Com Lista de Músicas

Hoje é o dia do lançamento do novo Guitar Hero: Warriors Of Rock. O jogo pode ser também nomeado de Guitar Hero 6 ou Guitar Hero VI.

Em termos administrativos, este foi o último jogo da série produzido pela Neversoft. No momento, a RedOctane foi eliminada da série, mas a Activision ainda está lá.

Mas vamos deixar isso de lado, e falar das principais características do jogo:

Jogabilidade:

Como em jogos anteriores, é possível reunir uma banda, isto é, ter vocal, bateria, baixo e guitarra. Nesses termos, a única diferença, notada pela revista Official Xbox Magazine é no baixo, onde a corda solta (apenas o Srum Bar) poderá ser segurada, isto é, sustentada.

Modo Carreira/Quest Mode:

O principal modo de jogo presente em Guitar Hero: Warriors Of Rock é o Quest Mode. O mesmo, que tem como objetivo reunir os maiores astros da série para libertarem o Demigod of Rock. Algumas partes do Quest Mode são narradas pelos membros da banda Rush, sendo Alex Lifeson e Geddy Lee.

Cada personagem (são oito no total) terá uma habilidade, cenário e uma banda únicos, onde tocará uma seleção de músicas. Após acumular certas estrelas nas músicas, o personagem se transforma em um Warrior, passando então ter uma habilidade mais forte da que já possui. Por exemplo o Axel Steel. O mesmo possui dois símbolos, que se tornam estrelas que se juntam na pontuação final de cada música. Quando se torna Warrior Axel, começa apossuir cinco símbolos, ganhando então, cinco estrelas que são somadas no final das músicas.

Todos os cenários são fictícios, com exceção do CBGB Club, situado em Nova Iorque, mas que agora não existe mais.

Party Play

O Party Play é um modo inovador que reproduz automaticamente músicas, que permite ao jogador ou aos jogadores tocá-las a qualquer momento ou tocar outras. A música, quando está sendo tocada, não para, facilitando a possível substituição de controladores ou jogadores.

Quickplay + mode

O modo possibilita a jogabilidade de músicas do próprio jogo Guitar Hero: Warriors of Rock como também de Guitar Hero 5, Guitar Hero: World Tour e Guitar Hero: Smash Hits. O modo Quickplay + possui algumas características do modo carreira de Guitar Hero 5, como canções e desafios ausentes no Quest Mode. Cada música (incluindo as baixadas) terá treze desafios a serem cumpridos, além de também ser possível a utilização dos personagens Warrior nas mesma, a partir do momento em que forem desbloqueados no Quest Mode.

Músicas Presentes

O título Warriors of Rock possui 93 músicas no disco, sem incluir as que podem ser baixadas. Esse setlist foi preparado em três classes: Rock Alternativo, Punk e Rock Clássico. Veja a nossa lista, em ordem alfabética.

Do lado esquerdo (após o primeiro travessão) temos as músicas. Do lado direito (após o segundo travessão) temos os artistas:

_Again _Flyleaf

_Aqualong _Jethro Tull

_Bat Country _Avenged Sevenfold

_Been Caught Stealing _Jane's Addiction

_Black Rain _Soundgarden

_Black Widow of La Porte _John 5

_Bleed It Out _Linking Park

_Bloodlines _Dethlok

_Bodies _Drowning Pool

_Bohemian Rhapsody _Queen

_Burn _Deep Purple

_Burnin' for You _Blue Öyster Cult

_Call Me The Breeze (LIVE) _Lynyrd Skynyrd

_Calling _Strung Out

_Chemical Warfare _Slayer

_Cherry Bomb _The Runaways

_Children of the Grave _Black Sabbath

_Cryin' _Aerosmith

_Dance, Dance _Fall Out Boy

_Dancing Through Sunday _A.F.I

_Deadfall _Snot

_Fascination Street _The Cure

_The Feel Good Drag _Anberlin

_Feels Like the First Time _Foreigner

_Fortunate Son _Creedence Clearwater Revival

_Free Ride _The Edgar Winter Group

_Fury of the Storm _DragonForce

_Get Free _The Vines

_Ghost _Slash feat. Ian Astbury

_Graduate _Third Eye Blind

_Hard to See _Five Finger Death Punch

_Holy Wars... The Punishment Due _Megadeth

_How You Remind Me _Nickelback

_I Know What I Am _Band of Skulls

_I'm Broken _Pantera

_I'm Not Okay (I Promisse) _My Chemical Romance

_If You Want Piece... Prepare for War _Children of Bodom

_Indians _Anthrax

_Interstate Love Song _Stone Temple Pilots

_It's Only Another Parsec... _Rx Bandits

_Jet City Woman _Queensrÿche

_Lasso _Phoenix

_Listen to Her Heart _Tom Petty and the Heartbreakers

_Losing My Religion _R.E.M

_Love Gun _Kiss

_Lunatic Fringe _Red Rider

_Machinehead _Bush

_Modern Day Cowboy _Tesla

_Money for Nothing _Dire Straits

_Motivation _Stum 41

_Move It On Over (LIVE) _George Thorogood and the Destroyers

_Nemesis _Arch Enemy

_No More Mr. Nice Guy _Alice Cooper

_No Way Back _Foo Fighters

_The Outsider _A Perfect Circle

_Paranoid (LIVE) _Metallica & Ozzy Osbourne

_Pour Some Sugar On Me (LIVE) _Def Leppard

_Psychosocial _Slipknot

_Ravenous _Atreyu

_Re-Ignition (LIVE) _Bad Brains

_Renegade _Styx

_(You Can Still) Rock in America _Night Ranger

_Rockin' in the Free World _Neil Young

_Savior _Rise Against

_Scumbag Blues _Them Crooked Vultures

_Self Esteem _The Offspring

_Setting Fire to Sleeping Giants _The Dillinger Escape Plan

_Seven Nation Army _The White Stripes

_Sharp Dressed Man (LIVE) _ZZ Top

_Slow Hands _Interpol

_Speeding _Steve Vai

_Stray Cat Blues _The Rolling Stones

_Sudden Death _Megadeth

_Suffocated _Orianthi

_Theme From Spider-Man _The Ramones

_There's No Secrets This Year _Silversun Pickups

_This Day We Fight! _Megadeth

_Tick Tick Boom _The Hives

_Ties That Blind _Alter Bridge

_Tones of Home _Blind Melon

_Unskinny Bop _Poison

_Uprising _Muse

_Waidmanns Heil _Rammstein

_We're Not Gonna Take It _Twisted Sister

_What Do I Get? _Buzzcocks

_Wish _Nine Inch Nails

Também há sete músicas da banda Rush, que são especiais no modo Quest Mode e também jogáveis no Quickplay Mode:

_2112 Pt. 1 - Overture

_2112 Pt. 2 - The Temples of Syrinx

_2112 Pt. 3 - Discovery

_2112 Pt. 4 - Presentation

_2112 Pt. 5 - Oracle: The Dream

_2112 Pt. 6 - Soliloquy

_2112 Pt. 7 - Grand Finale

Em breve, colocaremos o conteúdo para download do Guitar Hero: Warriors of Rock, assim como também uma análise exclusiva da guitarra do título. Até mais!

sábado, 11 de setembro de 2010

Spider Man: Shattered Dimensions Análise!

O cabeça de teia está de volta no recém lançado game das produtoras Beenox, Griptonite Games e da publicadora Activision. Mas não é apenas um mundo o cenário do game não. O herói norte-americano passará por quatro universos. O jogo foi lançado dia 7 de setembro de 2010 para PlayStation 3, Xbox 360, Nintendo Wii e Nintendo DS.
História
No enredo, há um objeto chamado A Tábua da Ordem e do Caos, no qual se parte em quatro pedaços, resultante de uma batalha entre Homem-Aranha e Mysterio. Cada pedaço se tornou uma dimensão, o qual cada uma possui um vilão conhecido do escalador de paredes. Esses mesmos vilões desenvolveram um poder devido ao fragmento da tábua, então, tornando-os possibilitados de confrontar e derrotar o herói.
Dimensões
São quatro dimensões, as quais o lançador de teia passa. Na primeira, Homem-Aranha utiliza sua roupa Amazing dos primeiros quadrinhos, onde tem de enfrentar os vilões Electro, Juggernaut, Kraven e Mysterio e como personagem secundário a Madame Teia. Na segunda dimensão, o herói veste sua versão Noir, onde seu traje é totalmente negro, com uma jaqueta e óculos. Nela, cabe a ele derrotar os vilões Calypso, Duende Verde, Cabeça de Martelo e Abutre. Sua terceira dimensão é a versão Spider-Man 2099, onde o cenário ocorre no futuro. Seu traje é azul com detalhes preto e vermelhos. Seus inimigos são Duende Macabro, Scorpion e Silvermane. Já na quarta e última dimensão, a Ultimate, mostra o protagonista usando o traje negro do simbionte. Nessa dimensão, os inimigos a serem confrontados são Carnificina e Deadpool.
Jogabilidade
Nas quatro dimensões, o estilo de luta do Homem-Aranha muda em cada uma. Veja a jogabilidade de cada uma:
Amazing Spider-Man: Nesta, o herói utiliza principalmente "objetos" criados por sua teia, tais como martelos ou esferas. Os golpes também são de longo alcance e afetam grande parte do local, atingindo mais de um inimigo.
Spider-Man Noir: Nesta, o lançador de teia utiliza sombras e seu combate corpo-a-corpo para eliminar os inimigos um por um. Se o personagem estiver "oculto" na sombra, a tela fica em preto e branco e ele fica seguro de não ser visto. Quando está em algum local iluminado, a tela exibe a imagem colorida, indicando que o personagem pode ser visto a qualquer momento pelo inimigo.
Spider-Man 2099: Nessa dimensão, o herói pode utilizar a gravidade baixa para se movimentar no ar. Seu traje também possibilita-o à realizar ações tecnológicas, assim como também efetuar golpes aéreos, e também saltar metros impressionantes. Possui as garras em seus braços. Um recurso que também está presente na dimensão é o Focus, no qual o Spider-Man 2099 diminui a velocidade de qualquer coisa que pode interagir, menos ele mesmo, permitindo-o que se esquive de objetos e até mesmo ataques. Porém, nesta dimensão está ausente o seu sentido aranha.
Ultimate Spider-Man: Faz uso dos poderes do simbionte, possibilitando-o realizar golpes "grandes", isto é, esticar seus membros superiores e inferiores em combates.
Em alguns pontos do jogo, é possível ver a câmera em primeira pessoa, melhorando nos combates e auxiliando a continuação.
Extras
No jogo, há 6 roupas, as quais algumas são liberáveis e outras são baixáveis. São elas:
_Iron Spider-Man: Para todos os consoles, exclusivo para a dimensão 2099, apenas na Amazon.com.
_Negative Zone Spider-Man: Exclusivo para Best Buy.
_Cosmic Spider-Man: Apenas na GameStop, com exclusividade para PS3 e Xbox 360.
_Scarlet Spider-Man: Apenas na Kmart.
_Manga Spider-Man.
_Spider-Armor.
Bastidores de Áudio

O herói tem quatro vozes, as quais cada dublador já o dublou em séries anteriores, e cada dublação é da tal dimensão. Veja seus respectivos dubladores:

_Neil Patrick Harris dublou a dimensão Amazing Spider-Man. Este mesmo dublador já fez a vóz do cabeça de teia em Spider- Man: The New Animated Series.

_Josh Keaton fez a voz do herói na dimensão Ultimate Spider-Man, e que já dublou o personagem em The Spectacular Spider-Man.

_Christopher Daniel Barnes dublou Homem-Aranha na sua dimensão Spider-Man Noir. Já o dublou em Spider Man: The Animated Series.

_Dan Gilvezan interpretou a voz da dimensão Spider-Man 2099, assim como também já dublou em Spider-Man and His Amazing Friends.

Nesta produção, o escritor e produtor da Marvel fez a narração do jogo.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Tekken 6: Bloodline Rebellion Análise


Bom dia Gamers de todo o Brasil! Vamos iniciar o dia com a Análise de Tekken 6: Bloodline Rebellion.
Já para começar, assim como Devil May Cry 3 Special Edition possui uma edição especial, Tekken 6 já possui sua edição Bloodline Rebellion, que contém vários extras.
Sendo assim, a edição especial traz dois novos personagens:
Lars Alexandersson: filho de Heihachi Mishima, o novo personagem, além de ter aparência psicológica fria e rebelde, foi o precursor de um grande conflito da G Corporation com o mundo todo. Veja seus trajes:

Seu primeiro traje possui aréas sólidas vermelhas e pretas, com o tecido cinza, com uma capa preta. E há também uma espécie de símbolo de leão em seu tórax, dando um ar mais medieval ao personagem.
Já seu segundo traje muda a personalidade de Alexandersson. A roupa alternativa constitui em uma jaqueta preta com um detalhe tribal em seus ombros e braços, uma calça branca, luvas vermelhas, cinto marrom de fivela dourada e um par de tênis vermelhos.
E o terceiro traje de Lars (à direita), exclusivo para as versões para consoles, foi feita por Masashi Kishimoto, desenhista do mangá japonês Naruto. A roupa inclui um bracelete dourado no braço direito, um outro bracelete dourado em seu punho esquerdo, luvas pretas, um colar dourado, uma espécie de kimono e "chifres"

Alisa Bosconovitch: Assim como Jack-6, Alisa também é um ciborgue, só que com características mais humanas. Fãs dizem que ela foi criada pelo corpo da filha de Dr. Geppetto Bosconovitch, com a missão de aniquilar todos os inimigos de Geppetto. Seus trajes a deixam mais humana ainda, veja dois deles:

Neste, Alisa usa um vestido cor violeta e lilás de uma alça e saia curta, botas brancas, uma manga longa no braço direito e uma luva que cobre o ante-braço, luvas brancas, uma flor no cabelo.
Já seu segundo traje possui uma rosa branca e verde no cabelo, uniforme escolar japonês, braceletes brancos, um par de tênis vermelhos e meias brancas.
Mas os extras não acabam por aqui! Além dos personagens novos, há cenários, itens e opções novos. Ao todo, há 17 cenários: São eles:
_Azazel's Chamber
_Cemetery
_City after Dark
_Fallen Colony
_Gargoyle's Perch
_High Roller's Club
_Lightning Storm
_Manji Valley
_Mystical Forest
_Nancy-MI847J's Stage
_Noh Theater
_Rustic Asia
_Temple Grounds
_Tunnel Disaster
_Urban War Zone
_Fountain
_Temple of The Earth
Já os antigos personagens não faltavam. Ao todo são 43. Veja eles:
_Anna Williams
_Armor King
_Asuka Kazama
_Azazel
_Baek Doo San
_Bob
_Bruce Irvin
_Bryan Fury
_Craig Marduk
_Christie Monteiro
_Devil Jin
_Eddy Gordo
_Feng Wei
_Ganryu
_Heihachi Mishima
_Hwoarang
_Jack-6
_Jin Kazama
_Julia Chang
_Kazuya Mishima
_King
_Kuma
_Lee Chaolan
_Lei Wulong
_Leo
_Lili Rochefort
_Ling Xiaoyu
_Marshall Law
_Miguel Caballero Rojo
_Mokujin
_Nancy-MI847J
_Nina Williams
_Panda
_Paul Phoenix
_Raven
_Roger Jr.
_Sergei Dragunov
_Steve Fox
_Wang Jinrei
_Yoshimitsu
_Zafina
_Lars Alexandersson
_Alisa Bosconovitch
Bom pessoal, isso é tudo. Nós do Mundo dos Games fizemos essa postagem especialmente para dar dicas para nossos leitores decidirem se compram ou não o game. Portanto, nunca compre antes de ler!

terça-feira, 27 de julho de 2010

War Rock Análise

O mundo lá fora é uma guerra e novos conflitos surgem todos os dias e para vencer é preciso dominar todos os campos de batalha! War Rock é mais um ótimo game online completamente gratuito para você descarregar seu pente em cima de inimigos reais. O game lembra muito o clássico Counter Strike, mas com várias particularidades alucinantes. Aliste-se já nesta guerra e se torne um general!

TIRO CERTO!

O destino do seu inimigo está na ponta dos seus dedos. Você pode escolher entre um engenheiro militar, médico, soldado, fuzileiro e franco atirador, controlando várias unidades, como tanques e veículo numa guerra emocionante. Os gráficos são excelentes, e se você é fá da série Battlefield ou curte jogar Counter Strike, não pode ficar de fora!
Torne-se um grande atirador.
O game é simplesmente alucinante, além de retratar bem várias armas diferentes, ele utiliza um sistema que, ao invés de comprar suas armas, o jogador escolhe seu personagem.

Diferentes objetivos apimentam ainda mais a disputa, como implementações de explosivos e disputas mortais. Aqui cada inimigo abatido lhe rende experiência, continue jogando e se tornando mais reconhecido pelas suas habilidades para que seu nome se torne uma lenda.


CADASTRO

Como se trata de um jogo multiplayer online, antes de jogar é preciso efetuar um breve cadastro. Clique aqui para se registrar no game e alistar-se nesta disputa, entre com os dados corretamente, pois será enviado para você um email para a confirmação.

A HISTÓRIA!

Quando a era da Guerra Fria reinava até o fim dos anos 80, gigantes da indústria bélica sofreram prejuízos pesados. Eles começaram a usar suas corporações para induzir problemas entre os pobres camponeses em várias regiões do planeta a fim de criar demanda por suas armas.
Basta puxar o gatilho.
Depois desse período, as organizações internacionais de comércio de armas decaíram e o foco recaiu sobre os países produtores de petróleo no Sudeste Asiático, visto que o mundo sucumbe a uma crise de energia desde 1990.

As nações produtoras de armas escolhem então Derbaran, um emergente no mercado petrolífero, para investir seus fundos. No entanto, não é apenas a indústria bélica que almeja deter o poder deste território.

A Nova União Imperialista, ou NIU, clama pela construção de uma nova terra nas sombras do poder: Hamas, uma organização secreta que opera nos países produtores de petróleo e já é a terceira força na África. Assim, os poderosos do mundo começam a arregaçar suas mangas e revolvem seus olhos para Derbaran.

Mercenários de todo o globo se reúnem e a guerra eclode em Derbaran, uma terra obscura e antes de tudo isso, quase esquecida. Agora Derbaran é o centro do mundo e só cabe a você definir o próximo capítulo desta história...

Fonte: Baixaki

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Resident Evil 5 Gold Edition Análise


Resident evil 5, lançado em 2009, atraiu muitos jogadores de todo o mundo. Com jogabilidade avançada, o jogo deixou várias caras satisfeitas. E, faz pouco tempo que ganha uma expansão, a chamada Resident Evil 5: Gold Edition. A expansão, foi lançada em 9 de março de 2010.

Conteúdo exclusivo:

A expansão, além de ter o jogo normal, possuí extras. São eles:

_Lost in Nightmares.
_Desperate Escape.
_Mercenaries Reunion.
_Exclusive Figures.

Análise dos Exclusivos:

_Lost in Nightmares: Capítulo com 1h:30 a 2h:00 de duração. Conta a história de Chris Redfield e Jill Valentine na mansão de Oswell E. Spencer. A dupla, enviada pela divisão de bioterrorismo mundial B.S.A.A, precisa de encontrar Spencer e revelar segredos da Umbrela Corporation. Para isso, o jogador precisará passar por puzzles, além de precisar encarar um inimigo novo, o Keeper of Madness. Basta terminar o capítulo 3-1 em qualquer dificuldade do jogo normal.

_Desperate Escape: Jill Valentine, após o dispositivo preso em seu tórax ser removido por Chris e Sheva, procura um meio de ajudar os outros a sair do local, enquanto os dois procuram por Wesker. Ela, se une à Josh Stone e os dois partem para cima dos inimigos, afim de pegar um helicóptero para resgatar Chris e Sheva. É habilitado após terminar o jogo normal em qualquer dificuldade.

_Mercenaries Reunion: É como o The Mercenaries, mas possui personagens e roupas extras. Os personagens, ao total, são:


_Chris Redfield.
_Sheva Alomar.
_Barry Burton.
_Excella Gione.
_Rebecca Chambers.
_Josh Stone.

Chris Redfield e Sheva Alomar terão duas roupas alternativas exclusivas para serem jogadas no Mercenaries Reunion. Elas são:


De Chris Redfield:

_Chris Heavy Metal (Habilitado após terminar o jogo em qualquer dificuldade.)
















_Chris Warrior (Habilitado após terminar o jogo em qualquer dificuldade).
















De Sheva Alomar:


_Sheva Fairytale (Habilitado após terminar o jogo em qualquer dificuldade).















_Sheva Business (Habilitado após terminar o jogo em qualquer dificuldade)















Essas roupas e mais as três outras de Chris Redfield (Chris S.T.A.R.S, Chris Safari, Chris B.S.A.A) e Sheva Alomar (Sheva Clubbin, Sheva Tribal e Sheva B.S.A.A) também estarão disponibilizados no jogo normal.

_Exclusive Figures:

O Jogo normal tem 46 Figures (bonecos) dos personagens e os inimigos presentes no game. A edição Gold Edition possui mais 10 Figures extras. São eles:

_Chris Warrior (Termine o game)

_Chris Heavy Metal (Termine o game)

_Sheva Fairytale (Termine o game)

_Sheva Business (Termine o game)

_Josh e Jill (Termine o capítulo Desperate Escape)

_Chris e Jill (Termine o cenário The Lost in Nightmares)

_Barry Burton (Termine o game)

_Rebecca Chambers (Termine o game)

_Chris e Sheva A (Consiga rank S em qualquer arena do Mercenaries Reunion com Chris Warrior ou Sheva Fairytale).

_Chris e Sheva B (Consiga rank S em qualquer arena do Mercenaries Reunion com Chris Heavy Metal ou Sheva Business).



quarta-feira, 2 de junho de 2010

Análise GTA IV: Episodes from Liberty City Exclusividade

Olá pessoal. Está aqui novamente o Eduardo. Vim hoje para lhes falar de um jogo recem-lançado, uma nova expansão, chamada GTA IV: Episodes From Liberty City.

Curtem o nosso Review:

The Ballad of Gay Tony:

Uma expansão do famoso GTA IV. Nessa, você vive na pele de Luiz Lopes, um segurança de uma boate, de origem estrangeira. Seu chefe, Tony "Gay" Prince, é o dono de três boates em Liberty City, e a principal é a Maisonnete Club.

Novidades:

Há novidades nesta expansão, como duas motos, um carro, um barco, um tanque e um helicóptero novos e exclusivos. Além de ter um outro pacote de armas, que inclui lançador de granadas, minas por comando, lançadora de granadas, uma Shotgun explosiva, duas novas metralhadoras e muito mais.

Minigames:

Em The Ballad of Gay Tony, é possível participar de eventos exclusivos. Luiz Lopes pode vigiar a boate em que trabalha, pode dançar, jogar golf, tem também alguns telefones novos, e o que mais "pimentou"o lançamento: o retorno do paraquedas. Falando nisto, há prédios extras que Luiz poderá saltar, e aterrissar no local determinado. São mais de 30 prédios que possibilitam isso. Há também um extra, que possibilita que o jogador selecione qualquer missão e realize-a , só que é preciso terminar o game primeiro =) .

Gráficos:

Piores do que se imagina. Vamos ser um pouco sinceros...os gráficosdo GTA IV original não foram tão bons, deixaram a desejar. Em The Ballad of Gay Tony, ficaram bem piores. Vamos às provas:

_Quanto estiver em alta velocidade, as ruas e os prédios e o resto do cenário aparecem de uma demoram para formar, e parece que o carro está voando, e em GTA IV é difícil notar isso.

_A água, se notarmos bem na ponte da ilha industrial, és um grande engano: vendo de lado, a ponte está muito baixa para algum carro passar, mas, quando passamos por ela, está normal como outra ponte no jogo.

_O prédio Empire Estates não é visível quando se está em cima da ilha Hapiness Island (Onde se localiza a estátua da liberdade) de helicóptero.

_Ao lado do prédio "Get a Life", há um prédio bem alto, que, lá em baixo, tem uma sacada para um restaurante. No GTA IV original, é possível ver algumas mesas e cadeiras de helicóptero. Em The Ballad of Gay Tony, não.

Coisas nada a ver:

_Se você já zerou o GTA IV, lembra da igreja onde ocorre o casamento de Roman Bellic? Pois é, mais um erro na expansão. Neste, a igreja é laranja, ao invés de ser branca como no GTA IV original.

_Na missão Undertaker do GTA IV original, é necessário levar o caixão de Francis McReary (ex-policial, irmão de Packie). No final da missão, o cemitério "Birth, Live an Die how a American" aparece no porto de barcos que está virado diretamente para o prédio "Get a Life". Só que em The Ballad of Gay Tony, o cemitério localiza-se na ilha industrial, virado para a Estátua da Liberdade.

_Lembra daquela missão onde é preciso trocar sua sequestrada por diamantes no GTA IV original? Essa missão pode ser feita no The Ballad of Gay Tony, mas há outro erro. Todos os vídeos da mesma missão o carro onde Niko está é VERMELHO, e, na missão do Ballad of Gay Tony, ele é VERDE.

_Outro erro (este foi notado pelo gtaivplayers.com). O sangue de Luiz Lopes, no quinto tiro que ele leva, o sangue sai azul ou roxo, ao invés de vermelho.

_Outro erro =( . Há uma missão no Ballad of Gay Tony que você deve explodir um guindaste, um trem e um avião. No local de destruir o trem, há um hospital na esquina. Este é o lugar onde mais aparece membros das gangues de motoqueiros "The Lost" e "Angels of Death". Em GTA IV, não aparece nenhum deles.

Bom, é isso. Esperamos que tenham gostado!!!Até

terça-feira, 16 de março de 2010

Army of Two: The 40th Day Análise.










O mais novo sucesso no mundo dos jogos é a grande riqueza da Eletronic Arts, Army of Two: The 40th day.


O jogo, lançado dia 12 de janeiro de 2010, ainda não foi lançado "de maneira geral", mas há vários consoles que já receberam o jogo em terceira pessoa.


Army of Two: The 40th Day apresenta Shangai, sendo bombardiada por mísseis terroristas. Entra em ação Elliot Salem e Tyson Rios.


Os protagonistas, estão, de aparência mais "velha", ou "alterada".Podemos notar que, Tyson Rios tem sua cicatriz no rosto na mandíbula, ao invés de ser na bochecha. Elliot Salem parece outro de longe, mas garantimos de que é o mesmo.


Na interface do jogo, podemos customizar as máscaras, acessando http://www.armyoftwo.com/. Lá, você criará sua conta, e fará sua máscara a seu gosto. Depois, por via Xbox Live (Xbox 360) ou PSN (PlayStation 3), localize sua conta na EA games, e poderá acessar sua máscara customizada em Custom Masks, usando ela a qualquer momento.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Assassin's Creed II Review!!!

Publicado pela Ubisoft Montreal e destribuído pela Ubisoft, a sequência da série "Assassin's Creed" já foi lançada em 17 de novembro do ano passado.

Novo personagem, nova história.
Desmond Miles, um homem que tem sua memória "alterada", é guiado por uma mulher, até um pátio de armazenamento. Lá, ele é convencido de que é um assassino, e que deve deitar em uma cama especial, voltando à aproximadamente 551 anos atrás. Nessa "passagem" de tempo, nasce Ezio Auditore da Firenze, um novo assassino.

Sistema de combates e "free-running" renovados.
Ezio agora supera as habilidades de Altair do primeiro jogo, tanto em combates quanto "subir" pelas paredes. O jogador poderá ir à bicos altos de torres com mais facilidade. Indo aos combates, Ezio manuseará várias armas, usando mãos até machados gigantes. Igual à Altair, Ezio poderá contra-atacar seus inimigos, mas uma coisa que inovou mesmo foi os novos golpes com a Hidden Blade (lâminas que saem dos braceletes de Ezio).

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Batman: Arkham Asylum Review e Dicas!!! Exclusivo!



Eidos e Rocksteady fizeram uma grande aliança com DC. Comics e Warner Bros para criar um dos Games mais esperados do ano, "Batman: Arkham Asylum".

Baseado nos quadrinhos

O jogo foi muito bem baseado nas histórias em quadrinhos de Batman, exibindo personagens marcantes como, é claro, Batman, Joker (Coringa), Scarecrow (Espantalho/Dr. Jonathan Crane), Gim Gordon (Comissionário Gordon), Barbara Gordon (Batgirl/Oráculo), Harley Quiin, Bane, Zsass e muitos outros!

Começo da história

No início do Game, há um vídeo no qual há Batman dirigindo o Batmobile (Batmóvel), levando consigo Coringa para o Asilo de Ghotam City, o famoso Arkham Asylum. Chegando lá, Coringa é levado pelos guardas do asilo junto com Batman, que desconfia que algo está prestes a acontecer. Lá Batman encontra-se com Gordon, e infelizmente Coringa escapa com a ajuda de Harley Quiin, depois, o protagonista precisará enfrentar os prisioneiros soltos. Ao longo do jogo, você descobrirará qual será o novo plano malígno de Coringa, expalhar um vírus chamado "Titan" por toda Ghotam City, que faz o seu portador desenvolver uma massa muscular extra, que multiplica a força da pessoa em grandes dimensões, fazendo-a perder a consciência e destruir tudo o que ver pela frente.

Aparência de dar medo...aos inimigos, é claro!

Diferente de "Batman: Begins", o jogo trará uma jogabilidade no qual ninguém nunca viu em qualquer outro da série. "Arkham Asylum" traz Bruce Wayne ou melhor, Batman, de uma forma mais sinistra, dando imprenção de querer vingança ou outra coisa parecidas.

Jogabilidade reformada

Os combates possuem fortes golpes de Batman contra os inimigos, sendo socos, chutes aéreos e até rasteiras. Quando os capangas ou lunáticos soltos estarem tontos no chão, será possível acabar com eles de vez, mas isso pode ser interrompido por outros inimigos próximos. O cenário é o Asilo Arkham e é bastante extenso, para o jogador cumprir seus objetivos e progredir ou ir em busca de itens. E falando em itens, há os Ridle Trophy que, após serem achados,oferecem mais fases no modo Chalenge mode ou figuras (podem ser vistas em Character trophys no menu principal) ou pontos "XP", usados para adquirir Upgrades. Há também as Video Tape Review em que cada uma revela interrogações feitas com os supercriminais de Ghotam, além de oferecer também "XP" pontos. Há os mapas que podem ser coletados e usados para achar segredos para ser escaneados de Charada que ficam expalhados por todo o Asilo, que também oferecem pontos "XP". Há também os Joker's Teeth que são "dentaduras" expalhadas pelos cenários, que dão pontos "XP" após serem destruidas.

Utensílios e armas.

Ao longo do jogo, Batman encontrará armas ou utensílios, e também há outros utensílios e armas extras que podem ser adquiridos após gastar pontos "XP" em Upgrades na sessão "WayneTech". São, ao todo 8 utensílios de cenários e combates:

-Batarang: o famoso bumerangue em forma de morcego pode ser usado em combates, podendo ser arremessado nos inimigos ou ser lançado em combinações de golpes. Se você lançá-lo em algum capanga que não está te vendo, o mesmo capanga atingido será derrubado e poderá ou não localizar a sua posição e te atacar ou abrir fogo. Se você lançá-lo enquanto é visto por capangas, eles não caíram após serem atingidos ou esquivarão-se. Ele possúi apenas um Upgrade que aumenta o tempo em que o capanga atingido fica caído no chão. Batman já o possui em seu inventário desdo o início do jogo.

-Explosive Gel: Um explosivo em forma de gel que é usado para explodir paredes fracas (use o Detective mode para visualizar as paredes que podem ser destruídas) ou pode ser uma maneira alternativa para armar armadilhas contra os inimigos. Você poderá por apenas três gels em partes diferentes. Possui dois Upgrades sendo um que explode após algum inimigo se aproximar e outro que possibilita que o jogador exploda o gel que quiser após ativar a visão de Zoom e escolher o primeiro a ser detonado. Esse utensílio está disponível logo após Batman derrotar os capangas que estavam destruindo o Batmóvel, então, procure por ele na traseira do veículo.

-Batclaw: Uma garra que possibilita que Batman puxe grades de ventilação em lugares altos, ou também pode ser utilizada em meio de combates para "puxar" o inimigo. Esse utensílio não possui nenhum Upgrade. Ele é encontrado na Batcaverna.

-Ultra Batclaw: Versão bem melhor da Batclaw que atira três garras em um único tiro, que puxa muito melhor as grades de ventilação e pode ser usada como uma maneira alternativa de derrubar paredes fracas (mire nelas com o Ultra Batclaw e depois aperte várias vezes o botão de puxar para derrubá-las). pode ser usado em combates, podendo puxar até três capangas de uma só vez. Assim como o Batclaw comum, esse utensílio não possui nenhum Upgrade. Ele também é encontrado na Batcaverna.

-Cryographic Sequencer: Um mecanismo que é usado para destroir sistemas de segurança, abrir portas trancadas e desligar a energia. Para usá-lo, mova os analógicos até a frequência de contato ficar totalmente verde então espere até o mecanismo ser burlado. Esse utensílio possui dois Upgrades, que ambos diminuem o tempo que é nescessário achar uma frequencia forte para burlar o sistema e que oferecem uma facilidade maior à Batman. Quincy Sharp (diretor do asilo) lhe dará esse mecanismo logo após você o libertar.

-Line Launcher: Uma corda horizontal que leva Batman à locais de difícil acesso. Pode ser usado como um meio de atacar os inimigos, quando usar o utensílio e ir na frente deles, então Batman automaticamente dará um chute em quem estiver em sua frente. Esse utensílio não possui nenhum Upgrade disponível. Batman o encontra em uma "bagagem" lançada por Batwings (jato) logo após destruir os tanques de produção de Titanio.

-Controller Batarang: Um Bumerangue que é controlado por um controle (use os analógicos para mudar sua direção) e pode acertar diversos inimigos com um único lançamento, mas se ele encostar no chão, em uma parede ou ficar muito tempo "voando", ele ficará inativo, e precisará de um tempo para ser recarregado. Ele não possui nenhum Upgrade específico, mas o Upgrade que aumenta o tempo em que o inimigo atingido por um bumerangue fica caído aumentará a força deste também. Ele pode ser comprado na sessão "WayneTech" após juntar pontos "XP" o suficiente para comprá-lo.

-Sonic Batarang: Bumerangue que atraí atenção dos capangas (apenas os que possuem os colares "Suicide Collar" que alerta os outros inimigos de que algum capanga estar inconsciente no chão). Pode ser usado para armar estratégias, e a mais usada é aplicar um gel explosivo no chão e depois atirar o Sonic Batarang no lugar, assim, os capangas irão checar e aí você poderá detonar o explosivo. Ele tem apenas um Upgrade que possibilita que qualquer capanga usando o colar for atingido, causará uma uma grande onda choques que podem ou não deixar o alvo atingido inconsciente. Esse bumerangue sônico pode ser adquirido na sessão "WayneTech" logo após derrubar o primeiro capanga usando "Suicide Collar".

-Twin Batarang: Possuem a mesma força que o bumerangue normal, mas Batman lança dois deles para atingir dois alvos ao mesmo tempo. Ele é habilitado na sessão "WayneTech" em qualquer parte do jogo.

-Triple Batarang: Em vez de ser dois, são três bumerangues que são lançados de uma só vez. É disponibilizado na "WayneTech" após comprar o Twin Batarang.

Por hoje é só, amigos! Mas em breve postaremos mais dicas desse jogaço e também de outros! Até!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Review de Skate 2!!! Confira!!!


Após cinco anos desde o lançamento de Skate, a EA Games criou, com sucesso, Skate 2.

Novidades

Há muitas, como uma reforma nos gráficos, um ótimo gameplay, incluindo duas novas opções de Multplayer, chamadas Hall of Meat onde você precisará marcar mais pontos, caindo do skate e outra opção chamada S.K.A.T.E onde o primeiro jogador pula de um determinado local, e faz um fliptrick, então o outro jogador deve copiar a manobra, e se não copiar as manobras nos cinco rounds, a palavra S.K.A.T.E ficará completa, dando vitória ao primeiro jogador. Você poderá jogar on-line, pressionando o botão back no jogo, e escolher a opção, e uma delas é poder acessar a Eletronic Arts (EA games).

Cenários

Boa surpresa para os jogadores fanáticos, pois boa parte dos cenários foram reformados, e também está disponível outros novos. Como é uma cidade aberta e grande, não precisa ficar procurando seu lugar favorito, basta apenas ir em Free Skate no menu, e depois selecionar o personagem ideal, abaixo seu cenário, e a intensidade de pedestres e de carros.

Modo Carrer

Também reformado, mostrando melhor ainda os skatistas e fotógrafos que te oferecem as missões. Quando selecionar New Carrer, terá a liberdade de criar um personagem, configurando o corpo, queixo, boca, olhos, cabeça, cabelo, etc... e também escolhendo roupas que você você quer. Depois, crie seu skate, escolhendo o desenho do Deck, o truck (aquele ferro que segura as rodas) e o detalhe nas rodas.

Crie seu próprio espaço

No jogo, tanto em Carrer ou em Free Skate, há alguns becos ou espaços onde se localiza rampas, corre-mãos e rampas verticais, aí você poderá movimentá-las, para isso pressione Y (Xbox 360) ou Triângulo (PS3) para sair do skate, aí vá no objeto e pressione RB (Xbox 360) ou R1 (PS3), aparecerá essas funções: mover o objeto para onde quiser; girar ele; salvar ele no espaço market ou voltar ele no lugar. Há algumas missões na carreira no qual será necessário mover alguns objetos.

Controles

O controle do Playstation 3 é bom, e não falha ao pressionar os botões, porém, quem quiser jogar com mais conforto por horas e horas, faça uma boa escolha para o Xbox 360 graças à distância dos analógicos, e a curvatura do local onde se segura o controle. Se você acha que esse é um jogo difícil, é apenas no começo, mas quando se aprende, ninguém te segura.

Depois teremos o Review de Brothers in Arms: Hell's Highway, confira!!!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Tony Hawk's Project 8 Review para Xbox 360 e PS3

Sendo o oitavo game da série de Skateboard mais conhecida mundialmente, Tony Hawk's Project 8 foi lançado para as melhores plataformas.
O jogo conta com personagens novos e divertidos como Ryan Scheckler, Paul Rodriguez (P-Rod), provavelmente Dustin Dollin, o grande Bob Burnquist e muito mais.

Criação

Em Project 8, os modos de criação de personagens foram editados. Agora são classificados gêneros Urban para quem prefere um personagem do estilo mais da cidade, Punk para estilo Rock'n Roll e Kid, para poder controlar uma criança. Na criação, há roupas, cortes de cabelo e outros acessórios que dependem do estilo do persongem. Como Tony Hawk's American Wasteland podia-se criar um personagem em céu aberto, já em Project 8, tenha a liberdade de criar em um quarto, com uma TV ao fundo.

Carreira (Carrer)

Na carreira, você deve cumprir muitos objetivos, mais chamados de "Goals". Quando você completa uma determinada quantidade de Goals, você desbloqueia outro nível para relizar mais missões. São ao todo oito níveis:Training, Suburbs, Downtown, City Center, High School, Crete Park, Fun Park e Downhill. Apenas Downtown, City Center, High School, Crete Park, Fun Park e Downhill são liberados após conquisas em níveis anteriores.
Você conta também com um Video Phone, que te mostra vídeos de profissionais, de patrocinadores, etc. Quando você realiza a missão de um profissional e tira pelo menos um rank Am (Amador) você libera vídeos do próprio profissional e ele fica desbloquedo para o gameplay Free Skate ou 2 players. Você tem também um rank, que diminui cada vez que você reliza um número determinado de "Gaps" ou quando tira ranks bons (como Sick) em Goals. Ele começa com 100#, e em suas conquistas, se chegar no 1#, você libera um modelo de Skate novo. Você pode também amplificar as habilidades de seu personagem no modo Carrer, relizando conquistas e ganhando pontos de amplificação, chamados Sign Points.

Até a próxima com o Review de outro jogo de Skateboard, chamado Skate 2. Até!!!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

007 Quantum of Solace Review para Xbox 360!Confira!!!

O gênero de espionagem já habita os videogames há um bom tempo. Desde os primórdios do entretenimento eletrônico, diversos espiões vêm conquistando fãs ao redor do mundo. Um excelente exemplo disto é Solid Snake, protagonista dos jogos da série Metal Gear Solid, que inovou o gênero no PlayStation.

Contudo, na mesma década de lançamento da obra prima de Kojima, outro espião, com estilo levemente diferente, chegava para revolucionar os videogames através de um jogo inesquecível. O nome? Bond, James Bond. Um ano antes do lançamento de Metal Gear Solid, usuários do saudoso Nintendo 64 já passavam horas se divertindo em frente a seus televisores. O jogo? 007 GoldenEye.

GoldenEye, sem dúvidas, foi um sucesso. Isso fez com que muitos fãs aguardassem por um jogo equivalente, mas isso não foi o que aconteceu. Com o passar do tempo, os jogos baseados no espião mais famoso do cinema foram relativamente discretos em diversão. Boa parte deles recebeu críticas medianas, alimentando o sonho do surgimento de um “novo GoldenEye”.

Aguardando uma nova missão

Diversos consoles receberam o agente licenciado para matar. Até mesmo o PlayStation, que era o maior concorrente do Nintendo 64, acolheu 007. Após anos e anos, muitos títulos prometiam a superação de GoldenEye, mas nem mesmo toda a tecnologia de plataformas como PlayStation 2, Xbox e PC foram capazes de produzir um game a altura do grande sucesso da Rareware. Os jogos não apresentavam qualquer originalidade, e eram todos extremamente genéricos e similares.

Os filmes continuaram a aparecer nas telonas, e muitos deles resultaram em belíssimas produções. Pierce Brosnan, que interpretava Bond na época 007 GoldenEye, ainda fez mais três trabalhos na pele do personagem. Em 2006, o agente criado por Ian Fleming, retornava aos cinemas através de Daniel Craig, no filme 007 Casino Royale. A obra revelou um lado mais humano de James Bond, que agora conta com poucas bugigangas utópicas. Este ano, Craig retomou o papel do agente em Quantum of Solace, filme com aspectos similares ao antecessor.

Muitos questionaram se Craig realmente seria capaz de superar a performance de Brosnan, mas tudo indica que sim. Felizmente, novos filmes sobre Bond podem trazer novos games, e um novo ator, interpretando um agente relativamente diferente das obras anteriores, deve resultar em uma nova experiência no ramo do entretenimento eletrônico. Pensando em explorar o “novo” agente secreto, a TreyArch, responsável também por Call of Duty: World at War, juntamente com a Activision Blizzard, resolveram lançar um novo título envolvendo James Bond.

Baseado em eventos de Casino Royale e Quantum of Solace, o jogo também é estrelado por Craig. Obviamente, tudo que os jogadores esperam é um jogo superior ou, ao menos, equivalente ao lendário 007 GoldenEye. Bem, temos um novo James Bond, interpretado por um novo ator. Mas, será que finalmente os títulos sairão da mesmice e 007 elevará, novamente, o patamar dos jogos de tiro em primeira pessoa?

007 em Gears of Duty?

Desde seu anúncio, um dos fatores que mais chamava a atenção em Quantum of Solace era que o jogo utilizaria a mesma engine de Call of Duty 4: Modern Warfare, um jogo extremamente bem recebido pela crítica e pelos jogadores. Muitos jogadores esperavam gozar da excelente jogabilidade de CoD 4 em um jogo de James Bond, e isso era, no mínimo, interessante.

Logo de cara, as semelhanças com Call of Duty ficam expostas, mesmo se tratando de um jogo do agente 007. Tanto a parte gráfica quanto alguns elementos da jogabilidade relembram o aclamado game. Mas, certamente, a história é bem diferente. O jogo também pega emprestado elementos do cinema, mais precisamente de dois filmes do agente secreto.

Em 007 Quantum of Solace você não encontrará indícios de apenas um filme. Ao contrário do que muitos imaginam, o game não envolve somente os acontecimentos de Quantum of Solace, e traz também diversos momentos referentes a Casino Royale. Isso traz algumas conseqüências não muito atraentes, principalmente para aqueles que ainda não assistiram aos filmes abrangidos pelo jogo.

É difícil mencionar a trama do jogo sem revelar informações sobre o enredo (spoilers). Mas, basicamente, em Quantum of Solace você vive o lendário agente secreto, James Bond, que busca vingança. Além disso, 007 também tem de impedir um terrível grupo terrorista chamado Quantum, mas isso não será nada fácil.

Longe dos cinemas

Infelizmente, a experiência cinematográfica não está presente no título. Com exceção de alguns momentos em jogo, Quantum of Solace raramente proporciona cenas fantásticas. A maioria das cut scenes apresenta uma qualidade deplorável, inferior até mesmo às ocasiões em que o jogador controla o protagonista. Além disso, boa parte dos momentos que explicam a trama apresenta somente textos, áudio, e uma simples visualização gráfica.

Mas, em jogo, as coisas se tornam mais agitadas. Assim como em Call of Duty 4, o título mantém a perspectiva de primeira pessoa. Mas, Quantum of Solace conta com um interessante diferencial, que altera a câmera do jogo. O título conta com um sistema de cobertura similar ao aclamado Gears of War. Uma vez acionado, a perspectiva é alterada para a terceira pessoa, e é possível visualizar Bond dando uma lição em seus inimigos.

O sistema é simples: basta pressionar o comando mapeado para a ação quando estiver próximo a um objeto que permita o ato. Assim como no game da Epic, o sistema é extremamente útil e praticamente indispensável para que o jogador obtenha bons resultados. Praticamente qualquer superfície permite e a ação, e ainda é possível correr antes de executar o comando ao pressionar o botão a determinadas distâncias.

Entretanto, o modo de cobertura está longe de ser perfeito, ou tão eficiente quanto em Gears of War 2, por exemplo. Em alguns momentos, você pode ter dificuldades para assumir a posição, mesmo que tudo pareça favorável à ação. Alguns objetos aparentam estarem disponíveis para “cover”, mas simplesmente não funcionam. Isso pode complicar as coisas e denigre boa parte da experiência.

Como um agente secreto

A câmera também é alterada em outros momentos do game, como quando o herói deve andar sobre postes estreitos e através de beiradas. Nestas ocasiões, você deve cuidar para não se desequilibrar. Para isso, tudo que se deve fazer é manter um ponto no centro de uma barra, utilizando o analógico para controlar 007. Existem momentos mais elaborados, mas totalmente previsíveis. Uma adição descartável e já vista em vários outros títulos, inclusive os estrelados por James Bond.

O jogo apresenta um método de invasão de sistemas eletrônicos quando Bond depara-se com uma porta trancada. Para liberar acesso ao local desejado, o jogador tem de passar por um simples minigame. Nada muito criativo, basta pressionar os comandos correspondentes às instruções da tela e sua porta é liberada.

Talvez uma das adições mais ousadas sejam os eventos em tempo real de Quantum of Solace. As famosas finalizações, vistas em diversos outros títulos, como God of War, são um dos elementos que podem deixar os jogadores irritados. Para executá-las, tudo que o jogador tem de fazer é se aproximar de seu inimigo e pressionar o botão correto. Basta então pressionar o comando indicado na tela para que Bond finalize seus inimigos com socos ou outras combinações de golpes.

Mesmo que isto pareça interessante, o sistema é repetitivo e conta com diversos outros problemas. Alguns momentos comportam diversos minigames de uma só vez, assim como ocorre nos chefes de God of War. Estas ocasiões são razoáveis, pois não conseguem imergir o jogador no título. Mas é sempre bom presenciar Bond acariciando seus inimigos com punhos e socos.

Onde está o verdadeiro James Bond?

O que não é nada legal é ser James Bond e não contar com seus carros e bugigangas incríveis, e, infelizmente, isso acontece em Quantum of Solace. Não existem missões em que é possível controlar veículos, diferente dos demais títulos do agente secreto, nos quais jogadores desfrutavam de diversas super máquinas. Como se não bastasse, você não terá nenhum relógio equipado com raio laser ou qualquer outra bugiganga que possa auxiliar Bond — além das armas, é claro. Nem mesmo as coronhadas podem ser utilizadas para finalizar os inimigos.

Entretanto, outro fato curioso é a construção dos níveis. Todos são feitos para a mecânica de cobertura, o que pode representar certa interrupção na ação do jogo, algo que não ocorria em CoD4. Basicamente, você irá presenciar muitos momentos em que é obrigado a parar e atirar. Em Gears isso funciona perfeitamente, mas Quantum of Solace não conta com sangue, entranhas e outros elementos que contribuem para o jogo da Microsoft.

Caso deseje simplesmente correr e atirar, Quantum of Solace pode oferecer alguns problemas, além dos relacionados com a construção dos níveis. Bond definitivamente não é um atleta. Uma barra que indica a resistência do agente é utilizada quando o jogador começa a correr. Até aí, tudo bem. O problema é que ela se esvazia de maneira rápida, fazendo com que a corrida não seja uma boa opção e reforçando a tática de parar e atirar.

Seus inimigos são bem treinados e, mesmo que, às vezes comportem-se de maneira esquisita, contam com uma inteligência artificial capaz de flanquear o jogador. Mas, em Quantum of Solace, Bond é capaz de regenerar sua energia. Assim como na maioria dos jogos da atualidade, tudo que o agente tem de fazer para recuperar sua vitalidade é se esconder e aguardar até que a imagem volte ao normal.

Ambientes intensos

O jogo ainda oferece bons momentos de ação, o que pode ser divertido. A sensação de intensidade e adrenalina muitas vezes consegue ser captada pelo jogador em Quantum of Solace. Em diversos níveis você participa de perseguições, é surpreendido por explosões, foge de incêndios e até presencia Bond sob o efeito de substâncias químicas que tornam sua visão ofuscada.

Além disso, a variação de um nível para o outro também é interessante. Jogadores passam por cavernas, mansões e até desertos em busca de seus objetivos. Até mesmo a famosa cena de perseguição de Casino Royale aparece no game, e é um dos pontos mais atraentes do título. É uma experiência similar a Mirror's Edge, e com belos visuais.

Altos e Baixos

Falando nisso, os gráficos de Quantum of Solace são como uma gangorra. Existem momentos em que o jogo surpreende através de paisagens belas e detalhadas. A modelagem de Bond é muito fiel a Daniel Craig, ator que interpreta o agente. Sem dúvidas, é o 007 mais detalhado até o momento.

Mas, do outro lado da gangorra, o game conta com diversos pontos negativos. Os inimigos são praticamente os mesmos ao longo de todo o percurso do jogo. E o pior: eles agem da mesma maneira. Após jogar o game por alguns minutos, você irá notar que as animações realizadas quando os inimigos são mortos são iguais, assim como uma série de outros movimentos exibidos no título.

Boa parte das explosões também apresenta carência em detalhes. Existem elementos explosivos espalhados por praticamente todo o jogo. Além de uma possível morte nos inimigos, as explosões também podem ferir os olhos do jogador, deixando-os arderem por uns 5 segundos. Estes efeitos estão longe de simular a realidade.

A espera continua

A trilha sonora apresenta faixa interessantes. Destaque para a casa de ópera, em que é possível presenciar composições de Mozart e diversos outros artistas clássicos. A música tema de Bond também faz parte do game, e não deve sair de sua cabeça. Já os ruídos, resumidos a tiros e alguns elementos externos, também não deixam a desejar.

Contudo, um dos fatores mais decepcionantes é o tempo de jogo. O modo campanha dura quatro ou cinco horas, uma experiência extremamente curta. O título também é linear, e tudo que o jogador tem a fazer é seguir na trama, diminuindo ainda mais sua longevidade.

Para compensar, Quantum of Solace oferece diversos modos para multiplayer. Mas, assim como o título, são genéricos. Entre os modos, está o clássico Golden Gun, presente em GoldenEye e também outro em que um jogador controla Bond e deve enfrentar os demais jogadores, que controlam membros da Organization.

Parece que não foi desta vez que um jogo inspirado no agente secreto superou o lendário 007 GoldenEye. Além de ser somente um FPS genérico, sem grandes inovações e incapaz de fazer com que o jogador se sinta como James Bond, o título ainda sofre com alguns problemas em relação à jogabilidade. Uma experiência curta, e longe de ser um drink “mexido, mas não batido”, como o próprio Bond e seus fãs gostam.

Até a próxima falar de todas as armas do Resident Evil 5, até!!!!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Blitz: The League II Review!Confira!

Blitz: The League II é a seqüência do jogo lançado em 2005 para PlayStation 2 e Xbox: Blitz: The League. Porém o título passou por grandes modificações, transformando o futebol americano numa desculpa para os jogadores atacarem uns aos outros.

Combates corpo-a-corpo pela posse de bola, tornando o realismo muito mais intenso. Para atacar adversários, seu jogador deve pressionar A ou X perto do adversário.

Até hoje, a reação seria executar um dos diversos movimentos de ataque aleatoriamente, porém em Blitz: The League II, o tempo desacelera e, no corpo de seu adversário, aparece, diversos locais nos quais você pode atacar.

Após selecionar um dos pontos vulneráveis do inimigo, basta pressionar repetidamente o mais rápido possível o botão que aparece na tela, e BAM! Seu adversário está no chão. Quanto mais rápido pressionar o botão, maior será o estrago.

No modo de jogo principal, você cria um jogador em ascensão e deve jogar na liga com ele. Para traçar o perfil de seu personagem, você o levará a uma conferência de imprensa onde deverá responder certas questões feitas pelos repórteres.

Respondendo elas, você estará automaticamente selecionando a posição e os atributos de seu jogador. Como seu jogador tem um trunfo na manga, ele deverá, durante a história, lutar contra o coordenador da liga, que quer utilizar seus dons apenas em seu próprio time.

Nessa briga com o coordenador da liga, seu personagem será alvo de diversos escândalos que poderão até mesmo conduzi-lo para a prisão. Portanto, se você espera apenas mais um jogo de futebol americano, irá se surpreender com as habilidades fora de campo disponíveis em Blitz: The League II.

Quanto os estádios, Blitz: The League II supera seu antecessor, mostrando aos jogadores seu verdadeiro potencial quando se trata de "Oh meu Deus!Que jogo bem bolado!".Você tem ao seu dispor diversos estádios e pode até controlar o temporal, sendo de uma leve brisa até uma tempestade ou de um calor intenso até um inverno.O que surpreende também é a grande quantidade de poças de lama (isso também pode ser ativado) que há no estádio, fica até divertido tacar os oponentes na lama.

Luta livre e NFL, dois mundos em um só!

Pode até ser esquisito falar de sangue em alguns jogos esportivos, mas se tratando de futebol americano, o inesperado acontece.
Dependendo do golpe ou algo parecido que você desfira no oponente, pode-se ou não o oponente tiver uma fratura no primeiro golpe.E falando em fraturas, dependendo do estado do jogador, ele pode estar com a roupa rasgada, suja de terra/lama e com cortes e hematomas.O jogador pode fazer de seu oponente um verdadeiro saco de pancadas.É possível também humilhar os oponentes com diversos modos. Se você já assistiu o filme "Golpe Baixo", vai realmente se tornar Adam Sandler nesse Game.

Até a próxima no Review de 007 Quantum of Solace.Até!

Red Faction Guerrilla Review!!!!

A franchise Red Faction destacou-se do seu meio pelo ênfase na destruição do ambiente envolvente, e pela sua história focada numa resistência humana iniciada no planeta Marte. Os dois primeiros capítulos da série, Red Faction e Red Faction 2, centraram-se no gênero First Person Shooter com um motor de jogo interessante que nos dava a possibilidade de destruir o ambiente do jogo de uma maneira nunca antes vista. Sendo assim, a THQ decidiu lançar um novo título nas plataformas de nova geração, de nome Red Faction Guerrilla, um third-person shooter ao estilo sandbox (mundo aberto), que mostra o seu potencial na atual geração.

O enredo centraliza-se em Alec Mason, um mineiro que decide começar uma vida nova no planeta vermelho e para isso se reúne com o seu irmão Daniel Mason. Marte encontra-se controlado por uma força colonial militar de nome EDF, força esta que controla o planeta de forma inadequada e oprime todos os que se lhe opõem, principalmente uma força rebelde de nome Red Faction. Daniel, sendo membro da Red Faction, é assassinado por membros EDF aos olhos de Mason, o se qual revolta e sem nada a perder, junta-se à facção rebelde.

O melhor cenário

Em Red Faction Guerrilla, o planeta encontra-se dividido em seis áreas, todas elas controladas pelos EDF, e cabe a nós a tarefa de auxiliar a Red Faction na erradicação de qualquer unidade EDF, uma área à vez. Dentro dessas áreas, pode-se executar várias missões, sendo elas baseadas em destruição de certos edifícios de grande importância para os EDF ou então ajudar a força rebelda a defender um certo território controlado. Ao completar missões bem como destruir edifícios dos EDF à nossa vontade, pode-se ganhar respeito bem como dinheiro para desbloquear veículos, armas, armaduras e extras. Os veículos variam desde o simples jipe a um poderoso tanque que elimina inimigos a olhos vistos. As armas ao dispor vão desde uma simples pistola de mão até um poderoso lança rockets de nome Thermobaric Rocket, e nada como comprar um simples jetpack e ver os edifícios se desfazerem enquanto aprecia o cenário de demolição nas alturas.

O departamento gráfico é onde o jogo mostra todo o seu potencial. Os edifícios são inteiramente destrutíveis e com um motor gráfico engenhoso, ver um edifício a desmoronar-se diante dos nossos olhos nunca foi um cenário tão satisfatório. Cada pedaço dos edifícios destrói-se, e para isso podemos simplesmente enfiar um veículo por um edifício a dentro e a seguir destruir os seus alicerces usando o martelo, bem como colocar umas quantas minas na sua base e vê-lo cair como uma casa de cartas. Os restantes visuais encontram-se menos enfatizados o que torna a experiência de viajar em Marte um pouco fatigante pelo simples fato dos cenários estarem muito repetitivos em todas as áreas. Com um desempenho visual bem conseguido, a sonoplastia em Red Faction Guerrilla contribui em ampliar a experiência de uma forma positiva e deslumbrante em certas partes do jogo. Os atores de voz foram bem escolhidos devido à sua representação carismática e única dos personagens.

O modo multiplayer te fornece uma experiência diferente mas nada de revolucionário. Os modos são iguais a qualquer shooter desta geração, mas com um certo toque técnico para combinar com o instinto de destruição de Red Faction Guerrilla. O personagem irá ganhar experiência, subir de nível e consequentemente desbloquear novas habilidades e armas, semelhante ao encontrado na franchise Call of Duty.

Numa visão geral, Red Faction Guerrilla é um título consistente e aliciante. Pode não ser um título revolucionário, mas é com certeza uma entrada com o pé direito nesta geração. Apesar de possuir uma apresentação visual um pouco repetitiva, e um motor gráfico pouco explorado em outros aspectos, Red Faction Guerrilla é um título que merece ser experimentado.

Na próxima falaremos de um Game/Adaptação dos famosos jogos de NFL, o grande Blitz: The League II Review especial para Xbox 360.Até!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Fable II Review, confira!

Embora nos últimos anos a figura de Peter Molyneux esteja associada a de um sujeito falastrão que promete mais do que pode cumprir, há de se respeitar sua brilhante contribuição para o mercado dos videogames no passado, em jogos como Populous, Dungeon Keeper e Syndicate, que ajudaram a moldar tudo o que jogamos hoje. Desde que sua mais recente companhia, a Lionhead, se associou à Microsoft, o famoso designer parece estar empenhado em produzir uma experiência envolvente e tocante, de complexidade única, algo que somente rascunhou com o RPG Fable, na geração anterior deixando alguns fãs um pouco decepcionados. Felizmente para eles, agora com Fable II, Molyneux conseguiu ficar bem mais próximo de seu objetivo.

Quem você vai ser quando crescer?

A história de Fable II ocorre quase 500 anos depois do jogo original, dando apenas pistas ou fazendo pequenas referências sobre certos eventos mostrados anteriormente. Você pode escolher entre um menino ou uma menina para iniciar sua jornada e parte para um prólogo que serve como tutorial, na cidade Bowerstone, até que uma tragédia acontece - algo obrigatório para a formação de qualquer herói que se preze.

É difícil explicar melhor sem estragar algumas surpresas, mas logo nesta introdução já é possível perceber que a maneira como você interage com os outros personagens - através de um menu de expressões como no jogo de The Sims - e o aspecto moral de seus atos determinam como você viverá seu futuro. Ajude um bandido hoje e será obrigado a viver em uma cidade infestada por criminosos daqui alguns anos; salve um inocente ao custo de sua própria aparência e depois sinta os prós e os contras das repercussões; mantenha uma região próspera e veja os preços dos imóveis ao redor aumentarem e por aí vai.

São simplesmente muitas escolhas e variáveis que tornam o muito de Albion rico e vivo, por mais simples e direta que a história principal se apresente. E há muitas pessoas nas ruas com quem você pode interagir. Você pode até mesmo se casar e ter filhos, que aguardarão ansiosos pelo seu retorno. Há a necessidade escolher uma profissão para arrecadar dinheiro, uma vez que as missões só dão renome. E, claro, há o seu fiel cachorro, que serve desde detector de tesouros escondidos a guarda-costas de primeira linha, com uma inteligência artificial bastante refinada.

Fable II é o tipo de jogo que convida o jogador a explorar tudo o que surge pelos cenários, se desviando muitas vezes da trama principal sem o menor pudor, com resultados muitas vezes mais recompensadores.

Simplicidade reconfortante

Além da criação deste mundo complexo e muito bem amarrado, em que todos os eventos e personagens parecem, de alguma forma, estar conectados, o jogo é muito gostoso de jogar. Com uma mecânica simples, os combates misturam três botões - um de ataque com arma branca, outra de fogo e um terceiro de magia - de maneira fácil e divertida, que se adaptam muitas vezes aos locais em que você se encontrar, como num beco ou escadaria. Ao aniquilar inimigos, você também adquire pontos de experiência e, aos poucos, vai modificando sua aparência - em conjunto, claro, com outras decisões feitas ao decorrer da trama, como o que você come ou bebe entre uma luta e outra.

Caso não queria enfrentar todos os perigos sozinho, basta chamar um amigo para ajudá-lo. E é uma opção que pode ser feita de forma local ou online. E as ações em conjunto afetam Albion da mesma maneira, permitindo que os jogadores compartilhem itens, dinheiro e experiência. O segundo jogador, inclusive, pode servir como bode expiatório, aquele que você utiliza para realizar ações que não teria coragem de fazer com seu próprio personagem, provando que Fable II realmente se resume às escolhas e consequências.

Falaremos em breve sobre o Preview de I Am Alive.Até!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Soul Calibur IV Review!!!!Confira!

O que esperamos de uma continuação? No mínimo que ela tenha novidades interessantes e que pelo menos consiga manter a qualidade de suas versões anteriores. E se estamos falando de um game de luta, esse tem que ter funções simples suficientes para iniciantes, como também funções empolgantes e combos para os jogadores mais hardcores. Soul Calibur 4, mais recente (e esperado) lançamento da Namco Bandai consegue reunir tudo isso num único game!

Os personagens antigos que retornam em Soul Calibur 4 (como Voldo, Mitsurugi, Raphael, Taki, etc) ainda mantém o velho estilo de luta, o que agradará aos jogadores mais veteranos, porém eles também trazem novidades, como novos golpes e correntes de combos. Além disso, agora também é possível criar times, no melhor estilo tag, assim como já visto em Tekken e Dead or Alive. Agora, Soul Calibur 4 impressiona no modo de criação de personagens. Isso devido ao fato de que, quanto mais você utilizar seu personagem criado, mais opções você libera. Isso inclui uma vasta quantidade de armas e armaduras, que incrementarão seus status, o que ajudará durante as batalhas, para que você possa esquivar de balões ou de outros movimentos de batalha. Com tamanha quantidade de detalhes, você poderá criar o lutador de seus sonhos, com um grau de personalização bastante amplo! Além disso, seu personagem criado poderá ser utilizado em qualquer modo de jogo.

Além disso, a tradição de Soul Calibur de sempre trazer personagens convidados não ficou para trás. Na versão para Playstation 3 é possível jogar com Darth Vader, enquanto na versão para Xbox 360 você poderá jogar com Yoda. Em se tratando de Vader, o mesmo poderá utilizar da força para paralisar temporariamente seus adversários, dando margem para que você possa abusar de combos (o adversário fica completamente atordoado, assim como os de Mortal Kombat ficariam com o ataque de Scorpion) . A versão de Playstation 3 ainda lhe permite instalar o jogo, fazendo com que os loadings sejam bastante rápidos.

Outro convidado (presente em ambas as versões do jogo, seja lá para qual console) é um destravável: O discípulo de Vader, que foi visto em Star Wars: The Force Unleashed(Star Wars: The Force Unleashed já foi analisado aqui).E não é complicado liberá-lo. Entretanto, ele é um ótimo personagem para se jogar.

Outra interessante novidade em Soul Calibur IV foi a adição dos Critical Finish. Esses movimentos lembram (bem de longe) os Fatalities de Mortal Kombat, porém a forma necessária para que esses movimentos sejam executados dependem mais do adversário do que você. O Critical Finish foi inserido no jogo mais para punir os jogadores “retranqueiros”. Quando você bloqueia em Soul Calibur 4,sua barra das almas, ou Soul Gauge, vai diminuindo. Daí, se você ficar bloqueando por muito tempo, essa barra ficará vermelha, dando a oportunidade do adversário destruir um pedaço da sua armadura. Posteriormente isso será a peça chave para que ele possa encaixar um Critical Finish.Porém, o jogo em si convida você mais para o ataque do que para a defesa, dando poucas oportunidades de você desferir ou receber um desses movimentos fatais. Tudo dependerá do comportamento em luta.

E uma das mais empolgantes novidades é o modo on-line. Quanto mais batalhas consecutivas você vencer, mais níveis seu personagem vai ganhando e os rankings on-line estarão sempre disponíveis para mostrar quem é que está lutando melhor. Aqui, novamente, você poderá jogar com um dos personagens do jogo ou com aquele personagem monstruoso que você criou, vendo se ele realmente está pronto para encarar os verdadeiros e mortais desafios. O ponto fraco é que após cada batalha você tenha que retornar ao menu de busca de batalhas, não podendo retornar rapidamente aos combates. Na versão para PS3 também foi incluída uma opção para reservar espaço para amigos que você convidar na sua lista, para batalhas de até quatro jogadores (finalmente, pois essa função já está disponível no Xbox 360 para praticamente todos os jogos do console). Outro fator animador é que são raros os momentos de lag durante os combates.

O jogo mantém o mesmo nível de alta qualidade, vistos nas demais funções, quando o assunto é o aspecto gráfico e os efeitos sonoros. Os modelos dos personagens são altamente detalhados e em alguns casos são simplesmente perfeitos. O mesmo acontece com as arenas do jogo, que são cheias de vida e bastante provocativas. O mesmo cuidadoso trabalho pode ser visto com os efeitos de som e vozes. As vozes por sinal incluem uma opção para agradar seu gosto: Você prefere dublagem em inglês (que ficou bom por sinal) ou a original em Japonês.

Assim, a mistura do estilo clássico de luta, combinado a diversas novidades, juntamente com uma apresentação repleta de conteúdo, uma atmosfera fantástica, mais de 30 personagens (sem mencionar os que você pode criar), movimentos diversos e controles que respondem muito bem fazem de Soul Calibur IV um game de luta raramente imperdível. Claro que o jogo poderia ter mais destraváveis, um modo on-line mais rápido (no sentido de conectar você a uma batalha) e menos sequências de botões , porém nada disso consegue retirar o brilhantismo que faz Soul Calibur IV.

Até a próxima no Review de Fable II.

Tekken 6 Review Básico

Depois de uma certa demora, a Namco Bandai finalmente resolveu trabalhar em Tekken 6, novo capítulo de sua já clássica franquia de luta, que não ganhava um episódio original desde 2004, quando Tekken 5 foi lançado nos fliperamas.

Depois de chegar aos arcades, no início de 2007, a empresa resolveu trabalhar uma atualização para o game, batizado de Bloodline Rebellion (Rebelião da linha de sangue), que entre ajustes e outros acertos, adicionou mais cenários e dois novos personagens ao elenco. E é justamente esta versão que chega para os consoles, tanto no Playstation 3 quanto no Xbox 360, marcando o fim da tradicional exclusividade da franquia doméstica pela Sony.

O jogo marca o retorno de Heihachi Mishima, que passou despercebido durante a realização do torneio mostrado em Tekken 5, e que agora volta com sede de vingança. Seu objetivo é o de recuperar a sua corporação, a Mishima Zaibatsu, agora controlada por seu neto Jin, que está utilizando os recursos da empresa em um plano de dominação global.

Para complicar a situação, Kazuya, filho de Heihachi, agora controla a companhia rival, a G Corporation, e utiliza seu poder para se tornar uma espécie de ídolo mundial, um herói para a população. Seu objetivo é o de aniquilar Jin para conseguir a outra parte do Demon Gene, que pode lhe garantir poderes sobrenaturais. Cercado por todos os lados, Jin resolve promover um sexto torneio na tentativa de destruir todos os seus inimigos de uma vez só.

Embora mantenha as principais características do jogo anterior, Tekken 6 traz uma série de novidades, principalmente em relação à apresentação, com modelos de personagens totalmente remodelados e com animações inéditas. São mais de 40 lutadores, sendo que 10 são novos na série, que se enfrentam em arenas complexas, alguns com vários ambientes, transições entre noite e dia, além de contarem com objetos destrutíveis.Veja a nossa lista dos lutadores:

_Leo
_Zafina
_Miguel
_Bob
_Jin Kazama
_Kazuya Mishima
_Heihachi Mishima
_Armor King
_Raven
_Craig Marduk
_Lili
_Dragunov
_Julia Chang
_King
_Asuka Kazama
_Feng Wei
_Bryan Fury
_Yoshimitsu
_Ling Xiaoyo
_Jack-6
_Christie Monteiro
_Hwoarang
_Marshall Law
_Paul Phoenix
_Lei Wulong
_Lee Chaolan
_Steve Fox
_Nina Williams
_Anna Williams
_Baek Doo San
_Roger Jr.
_Kuma
_Panda
_Bruce Irvin
_Wang Jinrei
_Mokujin
_Ganryu
_Eddy Gordo
_Devil Jin

Para mudar um pouco a mecânica, uma barra extra chamada de Rage foi adicionada, garantindo mais força para os combatentes quando estes estiverem com a barra de energia quase no fim. Há também movimentos especiais em que os personagens utilizam armas - Bryan saca uma escopeta, Law gira um nunchaku e Nina golpeia com um bisturi, só para citar alguns mais dramáticos. Além de tradicionais modos como o arcade, versus e time attack, a Namco Bandai também prometeu um sistema completo para dar suporte a partidas competitivas online, com a realização até mesmo de pequenos torneios e ranking oficial.

Falaremos depois de Soul Calibur IV.Até!

Mortal Kombat vs. DC Universe Review exclusivo para Xbox 360.

Na década passada, quando os jogos de luta ainda estavam em seu auge, a Capcom apostou em vários projetos no segmento e, dentre eles, games estrelados pelos super-heróis da Marvel Comics como X-Men: Children of the Atom e Marvel Super Heroes. A estratégia deu tão certo que a produtora japonesa apelou até mesmo para uma prática comum nos quadrinhos, o chamado crossover, que geralmente une personagens de universos distintos em um acontecimento especial. Daí surgiram grandes pérolas dos anos 90, como X-Men Vs. Street Fighter e até mesmo dois Marvel Versus Capcom.

Quase dez anos depois, agora em uma época em que jogos de luta já esfriaram, parece estranho testemunhar a união dos rivais em um artifício semelhante. De um lado a clássica série Mortal Kombat, célebre por sua brutalidade, e do outro os heróis da editora DC Comics, lar de nobres figuras como Super-Homem e Batman. Mas, ainda que batida, esta continua sendo uma grande jogada de marketing, principalmente em um período em que veterana Midway passa por sérios apuros financeiros e precisa desesperadamente de um sucesso.

Mortal Kombat Vs. DC Universe então já começa com esta missão, deixando claro valeu tudo para garantir boas vendas. Não importou a cronologia de Mortal Kombat ou a percepção de que os dois universos não dividem lá muitas similaridades e proporções. E até mesmo a tradição foi jogada pela janela quando a empresa resolveu a censurar os famigerados Fatalities, aqueles golpes finalizadores que arrancam cabeças e membros, para tentar alcançar uma classificação etária mais branda e chegar a um público mais jovem.O mais estranho é que, mesmo com tais concessões, o jogo acabou funcionando.

Mundos em fusão

Além do tradicional modo Arcade, em que você escolhe seu personagem e vai enfrentando oponentes até chegar ao final, Mortal Kombat Vs. DC Universe traz um modo de história que tenta justificar o crossover e dar novidade ao gênero. Neste modo, você pode apenas selecionar o lado do conflito (DC ou MK) e é apresentado a uma narrativa fragmentada em estágios.

No lado da DC, por exemplo, você começa a primeira fase jogando com o Flash em uma série de confrontos que incluem o Exterminador, Kano, Mulher-Gato até chegar ao Batman, que vira a estrela do segundo capítulo. O esquema de revezamento prossegue assim até o final, com um herói protagonizando cada estágio até que Super-Homem conclui a história - no outro lado, cabe a Raiden tal papel.

É, com certeza, uma idéia interessante que passa novo verniz no gênero, ainda que não seja totalmente satisfatório. O roteiro diminui bastante o ritmo da ação e não é lá dos mais originais, mostrando uma fusão entre os dois universos causado por alguma encrenca criada pelos vilões Shao Khan e Darkseid. Para piorar, não é possível realizar os Fatalities (ou Brutalities, no caso dos heróis da DC, já que eles não matam), uma vez que não seria legal destroçar personagens importantes para o enredo antes da hora.

Novidades no ringue

Com o modo de história um tanto quanto limitador, só é possível explorar a mecânica do jogo no modo arcade ou em partidas multiplayer - que online, aliás, contam com sala de chat para o início de confrontos. Neles você verá que, lá no fundo, ainda continua o mesmo jeitão abrutalhado da franquia, com combos exagerados e alguns golpes que pouco precisos ou desbalanceados. De uma maneira estranha, mesmo fugindo da classe de um Street Fighter ou da complexidade dos jogos da SNK, ainda é um game de luta bastante divertido e profundo, repletos de golpes especiais e momentos inesperados.

Nada como jogar contra alguém que nitidamente acredita que irá vencer somente soltando magias de longe e desviar de todos os ataques somente ao explorar o ambiente 3D, que permite a mudança de plano. Não é um jogo totalmente tridimensional como "Virtua Fighter", por exemplo, mas é possível se deslocar para os lados em situações estratégicas. Isto também garante outros pontos interessantes, como o Free Fall e o novo Test Your Might, caso você se posicione para lançar o inimigo contra paredes e outros obstáculos do cenário.

No primeiro caso, você acaba se lançando do alto de alguma estrutura (de um prédio, por exemplo, no cenário de Gotham City) no meio do combate, golpeando o inimigo em pleno ar até chegar ao chão. No segundo, você arremessa alguém contra uma parede e pressiona os botões rapidamente para quebrar várias em sequência utilizando seu adversário como aríete.

Para apimentar ainda mais, há o Rage Power, um medidor que garante invulnerabilidade parcial e a quebra de combos, além do esquema de agarrões, que foi modificado para se chamar Klose Kombat. Nele, você deve pressionar alguns botões e o oponente deve tentar adivinhar sua sequência, em tempo real, para tentar um contra-ataque.

São todas novidades interessantes, que causam uma boa primeira impressão. É inegável o espanto quando você está no meio de uma luta brutal e, rapidamente, se vê caindo do alto da batcaverna em cima de um computador. Pena que, com o tempo, tais artifícios ficam velhos e começam atrapalhar o ritmo das lutas, naquela altura em que você já viu tudo o que tinha para ver e só quer mesmo é dominar as habilidades de cada personagem.

Personagens Bombados

Para uma grande produção, Mortal Kombat Vs. DC Universe impõe respeito. Bom, pelo menos sob um olhar rápido. Os personagens são grandes e bem detalhados à distância, com alguns golpes bem impressionantes, assim como os cenários, que evocam de forma satisfatória a mitologia de ambos os universos. Porém, com uma visão mais atenta, é possível perceber algumas coisas muito feias, como as texturas pouco definidas de alguns uniformes e movimentos um pouco robóticos, além de detalhes pobres de cenografia. E estes altos e baixos continuam por toda a apresentação, com cada lutador fluido e imponente como um Sub-Zero sendo ofuscado por uma Mulher-Maravilha igual a uma boneca de plástico sem articulações.

O áudio segue o padrão da franquia, com músicas que evocam um espírito épico às batalhas e muitos efeitos sonoros exagerados, como barulhos de socos que parecem ter sido tirados de algum velho filme de kung-fu. Até aí nada mal, é algo que se espera da franquia, mas a dublagem derruba um pouco da emoção, com alguns atores bem canastrões.

Para os fãs, pouca coisa disto deve importar, diante da relevância dos Fatalities. Como foi dito lá no início, muita coisa foi censurada e o grande charme da franquia acabou diluído. Não espere ver cabeças explodindo ou tripas voando para todo o lado. O que geralmente acontece é uma sequência absurda de golpes sem muita consequência visual aparente - uma vez que as roupas já se rasgam e hematomas aparecem durante o decorrer das brigas - ou alguma tela preta que esconde as maldades dos vencedores.

Fiquem ligados pois na próxima falaremos de um Game que pode ser lançado em 2009.Iremos falar de Tekken 6, até!